Domingo
Odeio os domingos
São tão estranhos
Tão parados,
Tão, simplesmente
Tão, simplesmente
Domingo
Ninguém faz nada
De suas casas, não saem
Ninguém corre, ninguém anda
Ninguém para a vida,se abre
No final das contas
Essa preguiça tem uma razão:
Viver de ilusão
Gente, sem tesão, sem tostão
Gente, sem tesão, sem tostão
Arrisque-se, veja as ruas
Quebre essa corrente
Beleza, lá encontrarás
Ao ver toda aquela gente
Contente
Em seu próprio faz de conta
Em seu próprio faz de conta
Do caderno verde
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