domingo, 14 de junho de 2015

Uma breve opinião sobre os domingos

Domingo

Odeio os domingos
São tão estranhos
Tão parados,
Tão, simplesmente
Domingo

 Ninguém faz nada
De suas casas, não saem
Ninguém corre, ninguém anda
Ninguém para a vida,se abre

No final das contas
Essa preguiça tem uma razão:
Viver de ilusão

Gente, sem tesão, sem tostão
Arrisque-se, veja as ruas
Quebre essa corrente
Beleza, lá encontrarás
Ao ver toda aquela gente
Contente
Em seu próprio faz de conta
Do caderno verde

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